sexta-feira, 18 de maio de 2018

Como o FBI ajudou a desvendar o mistério de uma cabeça egípcia mumificada há 4 mil anos.

A&EXTRAS

Como o FBI ajudou a desvendar o mistério de uma cabeça egípcia mumificada há 4 mil anos

 Em 1915, arqueólogos americanos descobriram uma tumba escondida na necrópole de Deir El-Bersha, no Egito, e logo tiveram um choque: ao entrar na câmara, a primeira cena com a qual se depararam a de um corpo mumificado, decepado, dentro de um caixão de cedro. 
O túmulo pertencia ao governador Djehutynakht e sua esposa, que governaram o Egito há mais de quatro mil anos. 
Saqueadores entraram ali antes dos arqueólogos e levaram todo o ouro e prata que conseguiram. Não contentes, ainda deceparam uma das múmias, jogaram o corpo para um lado, a cabeça para outro e atearam fogo no local, para apagar os rastros.
Poucos anos depois da descoberta, arqueólogos começaram a trabalhar na restauração dos caixões adornados e estatuetas de madeira da tumba que sobreviveram ao saque. O material foi então enviado a Boston. 
Junto à carga, estava a tal cabeça. Com expressão sinistra, sobrancelhas desenhadas e cabelos castanhos ondulados, acabou virando alvo de interesse dos pesquisadores. 
Descobriram, por exemplo, que os antigos egípcios já praticavam uma técnica chamada “coronoidectomia”, que consistia em extrair com precisão uma parte da mandíbula. A ideia dos antigos egípcios é que o corpo pudesse respirar e comer após a morte.  
Mas uma pergunta nunca foi respondida: a quem pertencia a cabeça, afinal? 
A questão só seria respondida com um exame de DNA preciso.
Como extrair DNA de um corpo tão antigo e deteriorado pelas altas temperaturas do deserto é praticamente impossível, eles tiveram que fazer um malabarismo para encontrar partes da cabeça que preservassem o código genético sem ter que fazer procedimentos que destruíssem a múmia. 
A ideia foi, então, extrair o molar e tentar encontrar DNA no centro do dente. Para isso foi montada uma operação digna de filme de ficção. A equipe teve que penetrar a cabeça mumificada com a sonda ultrafina e extrair o dente, numa operação que durou horas. 
Mesmo assim ninguém estava conseguindo remontar o DNA da múmia. A solução foi tentar a ajuda do FBI. 
Para tocar a missão, foi chamada a especialista Odile Loreille, cientista forense que já havia feito reconstituição genética de ursos de 130 mil anos, de vítimas do naufrágio do Titanic e até dos irmãos Romanov. O desafio, se bem sucedido, poderia adicionar uma poderosa técnica de coleta de DNA ao seu arsenal de perícia do FBI, assim como criar uma nova forma para entender o passado do antigo Egito.
Nunca o FBI havia trabalhado com algo tão antigo. 
Loreille utilizou técnicas diversas para conseguir níveis detectáveis de DNA do dente da múmia. As amostras foram enviadas a uma base dados e trouxe à tona duas descobertas impressionantes: 
1. A cabeça pertencia ao governador Djehutynakht.
2. O DNA mostrou que o governador tinha ascendência euro-asiática por parte de mãe, o que gerou um novo debate acerca das origens dos antigos egípcios. 
A descoberta reforça descobertas recentes de que os egípcios antigos estão mais próximos de grupos étnicos do Oriente Médio e da Europa do que os egípcios modernos, que têm ascendência na África subsaariana. 
"Conseguir coletar dados de múmias egípcias é um dos cálices sagrados do DNA antigo. Foi emocionante ver que Odile conseguiu um material que parecia realmente ser DNA autêntico", disse Pontus Skoglund, geneticista no Instituto Francis Crick, em Londres, que ajudou a confirmar a exatidão da constatação enquanto era pesquisador de Harvard.
A técnica vai permitir identificar origens e características de restos humanos degradados, como aqueles encontrados em desertos ou queimados. 

Fonte: NY Times 
Imagens: Museum of Fine Arts, Boston
nossa fonte: https://canalaetv.com.br/noticia/como-o-fbi-ajudou-desvendar-o-misterio-de-uma-cabeca-egipcia-mumificada-ha-4-mil-anos?utm_source=facebook&utm_campaign=crosshistory

terça-feira, 8 de maio de 2018

Réptil fóssil de mais 230 milhões de anos é identificado no interior do Rio Grande do Sul.


Espécie foi batizada como “Pagosvenator candelariensis” como homenagem ao município de Candelária
Pagosvenator candelariensis viveu há aproximadamente 237 milhões de anos no interior do Estado | Foto: Divulgação / CP
Pagosvenator candelariensis viveu há aproximadamente 237 milhões de anos no interior do Estado | Foto: Divulgação / CP
Um réptil fóssil pré-histórico que viveu há aproximadamente 237 milhões de anos foi identificado no interior do Rio Grande do Sul por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf).
De acordo com o líder da pesquisa, o doutorando Marcel Lacerda, não é possível saber com exatidão o local em que o fóssil foi encontrado já que ele foi doado anonimamente para o Museu Municipal Aristides Carlos Rodrigues, do município de Candelária, no Vale do Rio Pardo, durante o período do natal em 2015.
Entretanto, com a análise dos elementos químicos presentes, além das características da espécie e o período da formação, a pesquisa indica que é bastante provável que o fóssil venha mesmo da região da Candelária. 
A pesquisa de Lacerda sobre o "Pagosvenator candelariensis" iniciou em 2016 e durou um ano. O artigo sobre este estudo foi publicado no Zoological Journal Of The Linnean Society em abril deste ano, a espécie viveu durante o Período Triássico (que durou entre 251 até 201 milhões) e o fóssil foi batizado de "Pagosvenator candelariensis" com uma homenagem ao município devido a sua importância para paleontologia. O significado deste nome é “o caçador da região de Candelária”.
Segundo Lacerda, o Pasgosvenator era um animal de médio porte, com até 3 metros de comprimento, e, com base na comparação com outras espécies semelhantes já conhecidas, existe forte evidência de que seria um quadrúpede. Os dentes longos e recurvados indicam que o animal apresentava uma dieta carnívora, possivelmente baseada em pequenos e médios animais.
Diversidade de registros fósseis 
Conforme Lacerda, a descoberta ampliou o conhecimento das espécies fósseis do território gaúcho e aumenta a compreensão dos processos evolutivos que levaram a diversidade de registros fósseis. “Toda informação nova é útil para conseguirmos entender como eram o ambiente e a fauna daquela época. São informações que ajudam a contar a história da diversidade da vida daquele período”, afirmou o pesquisador.
“Este trabalho é importante porque soma aos outros trabalhos na área que buscam compreender como era a região há 230 milhões de anos, no período Triássico”, complementou o professor do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia da Ufrgs Cesar Schultz, que também participou da pesquisa. “Graças a estes estudos, hoje sabemos que os predadores desta época eram bem diversos. Vários deles, como Pagosvenator candelariensis, eram maiores que os dinossauros nessa época”, complementou França.
nossa fonte: https://www.correiodopovo.com.br

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Tesouro perdido do rei viking “Dente-Azul” é encontrado por arqueólogos amadores.

IDADE MÉDIA
O arqueólogo amador René Schön e Luca Malaschnitchenko, um menino de 13 anos, encontraram recentemente, na ilha de Rügen, na Alemanha, um tesouro que parece ter pertencido ao rei viking Haroldo I, conhecido pelo apelido de “Dente-Azul”, responsável por ter introduzido o cristianismo na Dinamarca.
Vídeo relacionado:

O tesouro consiste em centenas de peças, que incluem ferramentas, como um martelo, além de joias, como broches, pérolas e anéis. Os pesquisadores amadores encontraram parte do tesouro em janeiro passado, com a ajuda de um detector de metais, e as autoridades do local desenterraram o resto dos objetos achados na área em poucos dias. Segundo os especialistas, as peças parecem ter pertencido ao rei Haroldo I, que viveu entre os anos de 910 e 987, embora também tenham sido encontrados objetos mais antigos, como uma moeda de Damasco transformada em joia, datada do ano de 714. 
 Acredita-se que “Dente-Azul” pode ter escondido o tesouro enquanto fugia do próprio filho, que o derrotou em 986. 
Fonte: The Guardian
Imagem: Batizado de Haroldo Dente-Azul (obra do ano 960), por Anagoria, via Wikimedia Commons
nossa fonte: https://seuhistory.com/noticias/tesouro-perdido-do-rei-viking-dente-azul-e-encontrado-por-arqueologos-amadores

terça-feira, 1 de maio de 2018

Pelotas - RS.

Um breve passeio por Pelotas.


Prédio Histórico de Pelotas.
Palacete Braga - 1871 - Clube Comércial.


Prédio Histórico de Pelotas.
Associação Pelotense de Artesãos.
Clube Caixeiral - 1879.



Prédio Histórico de Pelotas.
Theatro 7 de abril - 1834.


Prédio Histórico de Pelotas.
Antigo Banco Pelotense - 1906.


Prédio Histórico de Pelotas.
Prédio das lojas Colombo.


Prédio Histórico de Pelotas.
Antiga Escola de Belas Artes de Pelotas - 1881.
Sediou o Jornal "A Sentinela".
Foi a Escola de Belas Artes de Pelotas.
Hoje Instituto de Letras e Artes da UFPel.


Charqueada São João em Pelotas - RS.

Conhecida como Casa das 7 mulheres. 

Seriado da Rede Globo.


Passeio de barco pelo Arroio Pelotas.

Charqueada do Barão de Jarau. 

Casarão onde foi gravado o Filme: 

O Tempo e o Vento.



Arroio Pelotas.


Charqueada do Barão do Butui.


Charqueada Boa Vista.


Charqueada Santa Rita.


Ponte sobre o Arroio Pelotas.



Charqueada da Costa Doce - Colônia Mazza.


Charqueada São João.



Charqueada São João.



Charqueada São João.




Charqueada São João.



Charqueada São João.



Charqueada São João.


Charqueada São João.


Atrás desta fonte, foi descoberto um monte de imagens pequenas dos santos que os escravos rezavam. Para não sofrerem castigos, escondiam seus santos atrás dos santos católicos para parecer que estavam rezando para os santos católicos e não serem castigados pelos senhores das charqueadas.


Charqueada São João.


Charqueada São João.


Charqueada São João em Pelotas - RS.

Fotos de arquivo pessoal feitas em 2017.

Boa pesquisa e bom passeio.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Livro: Minha Família é Colorida.

Livro Maravilhoso. Vou colocar aqui. 

Título: Minha Família é Colorida. 

Bora fazer a diferença e acabar com o preconceito! Ensinar é transmitir amor