terça-feira, 7 de novembro de 2017

Templo do Faraó Ramsés II é encontrado no Egito.

Templo do faraó Ramsés II é encontrado no Egito

Arqueólogos descobriram um templo que pertenceu a Ramsés II, o terceiro faraó da 19ª dinastia egípcia. De acordo com o Ministério de Antiguidades do Egito, o templo é a única prova concreta de que Ramsés II realmente viveu no local.


Pesquisadores tchecos e egípcios já realizavam escavações no local em busca do templo desde 2012, quando vestígios indicaram que o lugar existia no sítio arqueológico Abusir, na cidade de Gizé.
A escavação mostrou um grande átrio ao lado de dois prédios de armazenagem. As paredes do átrio estavam alinhadas com colunas de pedras e cercadas com tijolos feitos de lama.
nossa fonte: https://www.traduzca.com/templo-do-farao-ramses-ii-e-encontrado-no-egito/

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Arqueóloga descobre artefatos vikings com o nome de Alá na Suécia.

Arqueóloga descobre artefatos vikings com nome de Alá na Suécia

Na Suécia, arqueólogos anunciaram uma descoberta que pode ser um novo capítulo na história da humanidade. Mantas mortuárias com caracteres da escrita árabe foram encontradas em cerimônias funerárias vikings. Os objetos podem levar a novas revelações sobre a influência do Islã na Escandinávia.
Apesar da importância do material localizado na Suécia, os fragmentos ficaram esquecidos e classificados como material genérico em um arquivo durante um século.
Após a nova análise dos tecidos, localizados em túmulos dos séculos 9 e 10, os arqueólogos evidenciaram detalhes desconhecidos sobre a relação entre os mundos viking e muçulmano.
A prova mais concreta da relação entre os dois povos são os bordados em prata e seda com as palavras “Alá” e “Ali”.
Padrões distintos
Quem fez a descoberta dos mantos foi Annika Larsson, da Universidade de Uppsala. Arqueóloga especializada em tecidos, Larsson constatou que as amostras, recuperadas em escavações ao longo dos últimos 200 anos, tinham procedência da Ásia Central, Pérsia e China, o que a deixou intrigada.
O que mais chamou a atenção da arqueóloga foram os padrões geométricos presentes no tecido, pois eram completamente diferentes de tudo o que ela tinha visto na Escandinávia.
“Durante as análises, recordei de alguns desenhos que vi em tecidos da época da ocupação árabe da Península Ibérica”, disse ela.
Neste momento, Larsson notou que estava analisando caracteres de uma forma arcaica da escrita árabe, a kufic. Duas palavras apareciam com frequência. Com auxílio de uma colega, ela identificou que uma das palavras era “Ali”, nome do quarto califa do Império Islâmico, que viveu no século VII.
Para a tradução da segunda palavra, a dificuldade foi maior. Foi como montar um quebra-cabeças. Larsson precisou ampliar as letras e analisá-las em diversas perspectivas para descobrir que tratava-se de um mosaico formado pelo nome “Alá” (Deus no idioma árabe). As duas palavras apareceram em pelo menos dez dos mais de cem fragmentos analisados.
“Não podemos descartar que as pessoas enterradas eram muçulmanas. Análises de DNA em outras escavações de túmulos vikings revelaram que seus ocupantes eram originários de locais distantes, como a Pérsia, onde o Islã já era dominante”, ressalta ela.
Todavia, a arqueóloga acredita que as probabilidades indicam outro caminho, mostrando a influência da filosofia islâmica em rituais fúnebres vikings – noções, por exemplo, da vida eterna no paraíso após a morte.
Larsson e sua equipe agora tentam, com auxílio do Departamento de Genética da universidade, estabelecer as origens dos corpos envoltos nos tecidos.
Este foi o primeiro registro histórico de uma menção ao califa Ali, encontrado na Escandinávia, o que leva a arqueóloga a crer que sua descoberta oferece possibilidades promissoras.
“Agora que podemos examinar padrões vikings de forma diferente, estou convencida de que encontraremos mais inscrições islâmicas em outros tecidos. Quem sabe até em outros artefatos”.
nossa fonte: https://www.traduzca.com/artefatos-vikings-com-nome-de-ala/

domingo, 29 de outubro de 2017

Nova descoberta arqueológica confirma história da Bíblia.

De acordo com a bíblia, o rei Ezequias foi o 13º de Judá, tendo reinado por 29 anos. Agora, um antigo portão e templo que teriam sido destruídos pelo rei durante o século 8 AC podem ter sido descobertos por arqueólogos após uma escavação realizada na cidade de Israel.
O templo foi apontado como evidência das ações tomadas por Ezequias na intenção de colocar fim a adoração de ídolos, segundo a Autoridade de Antiguidades de Israel (Israel Antiquities Authority, IAA). durante seu reinado, Ezequias combateu o culto aos deuses pagãos com determinação. Na ocasião, ordenou a destruição de qualquer objeto que remetesse ao culto por outros deuses que não fosse o seu.
Agora, o templo destruído foi localizado na antiga cidade de Tel Lachish, dentro de uma área quadrada com lados de 24,5 metros. Segundo a IAA, o local é dividido em três câmaras de cada lado, com a rua principal da cidade passando por ele, o que explicaria a sua função mista de templo e portão.
Escavação.
A parte norte da construção já havia sido desenterrada décadas atrás por uma expedição que reuniu arqueólogos do Reino Unido e da Universidade de Tel Aviv. A última escavação no local, realizada de janeiro a março de 2016, se dedicou a descobrir toda a extensão do portão.
 
A tarefa não foi simples, já que o portal é o maior de Israel. "O tamanho do portão é consistente com os conhecimentos históricos e arquelógicos que possuímos", explicou o diretor de escavação de do IAA, Sa'ar Ganor. Por conta da descoberta, os especialistas defendem que a escavação ilustra como os contos bíblicos que conhecemos podem ser utilizados como fontes para a história e para a arqueologia.
A escavação também revelou que a primeira câmara possuía bancos com descansos de braço, além de jarros estampados com o selo do rei. Acredita-se que os objetos pudessem ser utilizados na preparação dos conflitos do reino de Judá contra o rei da Assíria, Senaqueribe.

Vaso sanitário



As buscas arqueológicas no local encontraram ainda mais evidências das ações do rei Ezequias. Foi encontrada uma escadaria que levava a uma sala larga, com um banco onde oferendas eram colocadas, além de altares danificados no cômodo "Isso provavelmente é evidência da reforma religiosa atribuída ao Rei Ezequiel, que centralizou os hábitos em Jerusalém e destruiu lugares de adoração fora da capital", explica Ganor.
Os arqueólogos também encontraram um vaso sanitário de pedra construído no canto do templo. De acordo com a IAA, a bíblia deixa claro em alguns pontos que colocar o vaso em áreas vistas como religiosas era uma maneira de profanar o local. Os povos da época acreditavam que substituir a função de um templo de adoração religiosa para a alusão com o ato de ir ao banheiro representava tremendo desrespeito.
Ainda que houvesse relatos na bíblia, essa foi a primeira vez que uma descoberta arqueológica foi capaz de confirmar a teoria. Testes de laboratório no vaso de pedra mostraram que ele nunca foi utilizado, mas servia como um propósito simbólico da perda de significado do local.
O local ainda não está aberto para visitação, mas será preservado e colocado à disposição para o público em breve.
Via   Live Science  
Imagens Live Science

nossa fonte: https://www.fatosdesconhecidos.com.br/nova-descoberta-arqueologica-confirma-historia-da-biblia/

sábado, 28 de outubro de 2017

Texto de 3 mil anos confirma a existência dos míticos "povos do mar".

TEMIDOS MARINHEIROS NAVEGARAM PELO MEDITERRÂNEO 1.200 ANOS ANTES DE CRISTO. 

Há mais de 3 mil anos, na Anatólia (atual território da Turquia), existiu Mira, uma das várias cidades que formavam o reino de Arzawa, uma confederação de reinados cujas origens remontam ao ano 1.430 a.C..

Recentemente, especialistas conseguiram decifrar uma lousa de pedra muito antiga, que contém descrições sobre o que muitos historiadores consideravam uma narrativa mitológica: a história dos “povos do mar”.
Decifrar esse texto foi possível graças ao empenho dos pesquisadores, que tiveram que entender e interpretar o luvita, ou lúvia, uma língua morta que era falada na região ocidental da península anatoliana.


A inscrição narra a ascensão do rei Kupanta-Kurunta ao trono de Mira, depois da morte de seu pai, o rei Mashuittas. Nela, é enfatizado o controle que ele exerceu sobre Troia e a conquista de uma cidade localizada no atual território de Israel.

Os chamados “povos do mar” representam uma misteriosa confederação de marinheiros, que atacaram o Antigo Império do Egito, entre outras regiões do Mediterrâneo Oriental, no final da Idade do Bronze, entre os anos 1.200 e 900 a.C..

Fonte e imagens: INFOBAE
nossa fonte: https://seuhistory.com/noticias/texto-de-3-mil-anos-confirma-existencia-dos-miticos-povos-do-mar

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Encontrada no Egito uma pequena pirâmide de granito rosa.


PEÇA TEM TRAÇOS DE OURO OU COBRE E SERIA COLOCADA NO TOPO DE UMA PIRÂMIDE MAIOR. 

Vídeo relacionado:
Uma descoberta arqueológica surpreendente foi feita no sul de Sacará, onde está localizada a necrópole principal da cidade de Mênfis. Lá, uma expedição de arqueológicos franceses e suíços da Universidade de Genebra encontrou uma nova pirâmide de granito rosa, segundo informações do Ministério de Antiguidades do Egito.

Trata-se de uma pirâmide pequena, de 130 cm de altura, 35 cm de largura e 110 cm de base, com a cúpula corroída pelo tempo. Além disso, foi possível encontrar restos de ouro e cobre entre as pedras de granito rosa. 

De acordo com Mustafa Waziri, secretário geral do Conselho Supremo de Antiguidades, a base da pirâmide possui uma superfície suja, o que dá indícios de que ela foi modificada antes da descoberta, ou que sua construção foi abandonada.

Enquanto isso, Philippe Collombert, responsável pela expedição arqueológica, explicou que a nova descoberta foi realizada em uma região localizada ao sul da pirâmide de Pepi I, relativa à VI dinastia do Egito (2345-2181 a. C.), em Sacará.
Fonte: LA VANGUARDIA
nossa fonte: https://seuhistory.com/noticias/encontrada-no-egito-uma-pequena-piramide-de-granito-rosa

Pequeno dinossauro emplumado se camuflava para fugir de predadores.

Pequeno dinossauro emplumado se camuflava para fugir de predadores

Sinosauropteryx viveu há 130 milhões de anos


27/10/2017 - 01h07min

Um pequeno dinossauro emplumado, cujo fóssil foi descoberto na China há 10 anos, usava suas diferentes cores, incluindo uma faixa mais escura em torno dos olhos, para evitar predadores e também para capturar suas presas.
Reconstituindo as cores do Sinosauropteryx, que viveu há 130 milhões de anos, os investigadores puderam determinar que tinha diversos tipos de camuflagem, que provavelmente serviam para não ser devorado em um mundo repleto de dinossauros carnívoros maiores, entre eles o temível Tiranossauro Rex.

— Alguns dinossauros mostravam uma sofisticada mescla de cores para se camuflar entre a paisagem e enganar seus predadores, assim como para capturar suas presas, como fazem os animais de hoje — explicou Fiann Smithwick da faculdade de ciências da Terra da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, um dos autores do estudo publicado na quinta-feira (26) na revista Current Biology.
* AFP
nossa fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/tecnologia/noticia/2017/10/pequeno-dinossauro-emplumado-se-camuflava-para-fugir-de-predadores-cj99bgxl400gu01lcpad7fsds.html

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Paleontólogos encontram pegadas de dinossauro carnívoro gigantesco.

Paleontólogos encontram pegadas de dinossauro carnívoro gigantesco

Cientistas acreditam que o animal tinha quatro vezes o tamanho de um leão e que viveu há 200 milhões de anos.

Por France Presse
 


Fabien Knoll, pesquisador da Universidade de Manchester, deita ao lado de pegada de dinossauro gigantesco (Foto: Fabien Knoll/University of Manchester/Handout via Reuters)Fabien Knoll, pesquisador da Universidade de Manchester, deita ao lado de pegada de dinossauro gigantesco (Foto: Fabien Knoll/University of Manchester/Handout via Reuters)
Fabien Knoll, pesquisador da Universidade de Manchester, deita ao lado de pegada de dinossauro gigantesco (Foto: Fabien Knoll/University of Manchester/Handout via Reuters)
Uma equipe internacional de paleontólogos descobriu no sul da África pegadas fossilizadas de uma nova espécie de dinossauro carnívoro gigantesco, que viveu há 200 milhões de anos.
As pegadas são as maiores já encontradas de um terópode no continente africano.
A julgar por seu tamanho – 57 x 50 centímetros – o dinossauro deveria ter nove metros de comprimento por quase três metros de altura no nível do quadril, segundo os cientistas que descobriram as pegadas e cujo estudo foi publicado nesta quarta-feira (25) na revista "Plos One".
Este dinossauro tinha quatro vezes o tamanho de um leão, explicam os pesquisadores das universidades de Manchester, Cidade do Cabo e São Paulo.
A nova espécie, batizada de "Kayentapus ambrokholohali", pertence ao grupo dos mega-terópodes, gigantes bípedes como o Tiranossauro Rex (T. Rex), que viveu no continente americano e media cerca de doze metros.
Concepção artística mostra Tyrannosaurus rex (Foto: AMNH/J. Brougham/Divulgação)Concepção artística mostra Tyrannosaurus rex (Foto: AMNH/J. Brougham/Divulgação)
Concepção artística mostra Tyrannosaurus rex (Foto: AMNH/J. Brougham/Divulgação)
As pegadas foram encontradas na antiga capa geológica em Lesoto. Esta zona está coberta de fissuras ocasionadas pela seca no solo, sinal da presença de um rio pré-histórico.
É a primeira prova da presença de gigantescos terópodes carnívoros neste ecossistema, dominado por uma variedade de dinossauros herbívoros, onívoros e carnívoros de tamanho muito menor, explicaram os pesquisadores.
Esta descoberta também é importante porque revela que estes gigantescos dinossauros já estavam presentes no Jurássico Inferior. Até o momento, os paleontólogos acreditavam que os dinossauros deste tipo no período eram menores, com entre três e cinco metros de comprimento.

Terópodes gigantes como el T. Rex surgiram apenas no Cretáceo, que começou há 145 milhões de anos, segundo fósseis e pegadas encontrados.
"Esta descoberta é o primeiro indício da presença de gigantescos dinossauros carnívoros no Jurássico Inferior em Gondwana, o continente pré-histórico meridional que logo se dividiu para formar a África e outras massas de terra", assinala Lara Sciscio, pesquisadora da Universidade da Cidade do Cabo.
"Estas gigantescas pegadas são muito exclusivas. Só há outro lugar com 200 milhões de anos onde foram encontradas pegadas similares, e fica na Polônia".
nossa fonte: https://g1.globo.com/natureza/noticia/paleontologos-encontram-pegadas-de-dinossauro-carnivoro-gigantesco.ghtml