quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Manuscrito do Mar Morto é decifrado revelando festividades que não eram citadas na Bíblia.

imagem: G1 - Globo.com

Os porta-vozes da Universidade de Haifa, em Israel, anunciaram recentemente que um grupo de cientistas foi capaz de decifrar um dos manuscritos do Mar Morto juntando mais de 60 pequenos fragmentos criptografados de escritos em hebraico. Esses documentos antiquíssimos, também conhecidos como Rolos de Qumran, são um conjunto de quase 900 textos encontrados em 12 cavernas localizadas entre Israel e a Palestina, há mais de 2 mil anos. O texto decifrado revela festividades que não eram citadas originalmente na Bíblia.

Há séculos discute-se a origem desses textos. A hipótese mais sólida afirma que eles foram escritos por membros da seita dos essênios, uma facção rebelde do Judaísmo, que se isolou no Deserto da Judeia. Essa teoria se baseia no fato de que alguns dos manuscritos que puderam ser traduzidos pertencem à Bíblia Hebraica.
O fragmento decifrado recentemente faz referências ao calendário de 364 dias utilizado pelos essênios, diferente do calendário lunar usado até hoje pela religião judaica. No texto, são mencionadas também as antigas festas relacionadas ao cultivo da videira e da oliva (que não são citadas nas versões oficiais das Escrituras). O texto também revela pela primeira vez o nome dado aos dias especiais nos quais a seita celebrava a transição entre as estações do ano. Eles ser referiam a esses dias como “Tekufah”, que significa “período”.
Curiosamente, a pessoa responsável por escrever os manuscritos cometeu uma série de erros, esquecendo de anotar vários dias sagrados. Os pesquisadores encontraram diversas correções feitas posteriormente nas margens dos textos. 


Fonte: The Guardian
Imagem: Lerner Vadim/Shutterstock.com
nossa fonte: https://seuhistory.com/noticias/manuscrito-do-mar-morto-e-decifrado-revelando-festividades-que-nao-eram-citadas-na-biblia

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

'Primeiro britânico' era negro e tinha olhos azuis, mostra estudo.

'Primeiro britânico' era negro e tinha olhos azuis, mostra estudo

'Cheddar Man' tem mais de 10 mil anos e foi estudado por museu

Agência ANSA
Um estudo liderado pelo Museu de História Natural de Londres revelou que o "primeiro homem britânico" era negro e tinha olhos azuis - bem distante da referência da aparência nórdica que se tem até hoje.
A descoberta foi feita com base em um estudo de DNA mais aprofundado do "Cheddar Man", o esqueleto completo mais antigo encontrado em território britânico e que foi descoberto em 1903.
Estima-se que o homem primitivo tenha vivido há mais de 10 mil anos na Inglaterra. Os restos mortais foram achados dentro da caverna Gough, que fica no condado de Cheddar, em Somerset, e isso permitiu a conservação do DNA.
De acordo com o diretor do Museu, Chris Stinger, é "surpreendente ver que um britânico, há 10 mil anos, tinha a pele bem escura e os olhos azuis". O professor ainda explicou que a pesquisa só foi realizada agora graças aos avanços tecnológicos do último ano em matéria de identificação de genoma.
'Cheddar Man' tem mais de 10 mil anos 
'Cheddar Man' tem mais de 10 mil anos 
Eles ainda aproveitaram o estudo para recriar o rosto do homem, que tem feições duras típicas dos grupos de coletores-caçadores da época.
Segundo um relatório divulgado nesta quarta-feira (7), as características dos europeus atuais, com pele mais branca, é um "fenômeno recente" na história. Isso porque, de acordo com Stinger, as novas populações que foram chegando à região baseavam-se na agricultura, ingerindo uma menor quantidade de vitamina D.
"Não sugerimos que o 'Cheddar Man' evoluiu até desenvolver uma pele mais clara, mas sim que houve ondas de populações de pessoas que dominavam a agricultura e portavam o gene de uma cor de pele mais clara", destacou. (ANSA)
nossa fonte: http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2018/02/07/primeiro-britanico-era-negro-e-tinha-olhos-azuis-mostra-estudo/

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Após cinco séculos, cientistas identificam doença que acabou com os astecas.


Um dos períodos históricos mais ricos da humanidade ainda guarda muitas respostas até hoje. A era Pré-Colombiana, que abrigou os impérios Inca, Maia, Asteca e Olmeca, é motivo de estudos há muitos anos de pesquisadores de várias partes do mundo que buscam descobrir como era a vida antes da chegada dos colonizadores europeus a partir do século XV.
Agora, com quase um século de pesquisas, historiadores conseguiram descobrir o que dizimou o povo asteca em 1545, poucos anos após a chegada de Hernán Cortés ao México. Para contar melhor essa história, voltaremos um pouco no tempo para contextualizar o que acontecia na região.
Estamos em 1519, na cidade de Tenochtitlan, coração do Império Asteca, e a população total é de aproximadamente 30 milhões de pessoas. O conquistador espanhol Hernán Cortés desembarca na região mesoamericana, onde está localizado o México, e é recebido pelo imperador Moctezuma II, que lhe dá o status de Deus. No final do século, restavam pouco mais de 2 milhões de astecas.
As guerras de conquista provocaram muitas mortes, mas as doenças trazidas pelos colonizadores, como varíola, sarampo, tifo e caxumba tornaram-se epidemias e dizimaram a população em poucos anos. Com febres altas e sangramento nos olhos, boca e nariz, a “cocoliztli” (como ficou conhecida entre os nativos) matava em três ou quatro dias. Esta doença, que dizimou quase 80% da população local, é a segunda epidemia que mais matou no mundo, atrás apenas da Peste Negra, que matou 25 milhões de europeus no século XIV.
Até mesmo na época, médicos diziam que a cocoliztli não tinha sido causada pelas doenças mais conhecidas, como malária e varíola. Para solucionar esta dúvida, especialistas analisaram quase 30 corpos enterrados na localidade de Yucundaa-Teposcolula, em Oaxaca, no México, por alguns anos. Após vários exames, como datação de carbono e até DNA, os pesquisadores encontraram vestígios da bactéria Salmonella entérica, Paratyphi C – a salmonela.
Esse tipo de salmonela é muito raro atualmente, e os poucos casos registrados hoje, na Ásia e na África, mostram que causa febre entérica na pessoa que contrai o vírus. Agora, os pesquisadores estão tentando descobrir como a bactéria chegou à América. A principal tese é de que a doença tenha viajado com animais domésticos trazidos pelos conquistadores, e se espalhado entre a população local pela água e por alimentos contaminados.
nossa fonte: https://www.traduzca.com/apos-cinco-seculos-cientistas

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Ossadas do Grande Exército Viking são encontradas no Reino Unido.

em vala comum pertenceram a vikings que invadiram o Reino Unido a mais de 1,1 mil anos

05/02/2018 - 13H02/ ATUALIZADO 13H0202 / POR REDAÇÃO GALILEU


OSSADAS DE GUERREIROS VIKINGS (FOTO: UNIVERSIDADE DE BRISTOL)

Após mais de 1,1 mil anos, pesquisadores da universidade britânica de Bristol confirmaram que mais de 300 ossadas encontradas em uma vala comum na região de Derbyshire pertenceram ao Grande Exército Viking. O sítio arqueológico era conhecido desde a década de 1970, mas apenas análises laboratoriais modernas confirmaram a idade dos restos mortais e os relacionaram ao período que o Reino Unido foi invadido por vikings.
Em 865, uma coalizão de guerreiros da Dinamarca, Noruega e Suécia formaram um grande exército com o objetivo de ampliar suas conquistas. Conhecidos como vikings, eles ambicionavam dominar um território estratégico: os quatro reinos que atualmente compreendem o território da Inglaterra. Até 878, quando os guerreiros nórdicos foram derrotados pelas tropas anglo-saxãs, o Grande Exército Viking foi arrasador e dominou diferentes cidades, como Londres. 
Além das ossadas, os arqueólogos localizaram machados, facas e moedas de prata. De acordo com os pesquisadores, 80% das ossadas pertenciam a homens com idade de 18 a 45 anos, que apresentavam graves ferimentos. 
Ossadas localizadas no Reino Unido (Foto: Universidade de Bristol)
Durante as escavações, também foram localizados restos mortais de crianças, que foram enterradas em uma única sepultura e que tinham aos seus pés uma mandíbula de ovelha: a partir de documentos históricos da época, os pesquisadores acreditam que elas foram assassinadas durante um ritual para acompanhar os guerreiros mortos — pelo menos duas osssadas apresentavam sinais de lesões. 
Em outra descoberta curiosa, os pesquisadores encontraram uma presa de javali acomodada entre as pernas de uma ossada. De acordo com os arqueólogos, isso sugere que o guerreiro teria sofrido lesões no pênis e nos testículos — a utilização da presa do javali seria uma maneira de substituir os órgãos durante sua passagem para outro mundo. 
nossa fonte: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Arqueologia/noticia/2018/02/ossadas-do-grande-exercito-viking-sao-encontradas-no-reino-unido.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=post

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Convento Franciscano São Boaventura em Imigrante - RS.



Chegando em Imigrante.


Igreja próxima ao Convento.


Convento Franciscano São Boaventura.
Av. Ipiranga, 601, Daltro Filho, Imigrante.


Entrada.


Vista da Frente. 


Vista do pátio do fundo.


Cartão Postal que ganhamos.


O Convento foi construído em pedra gres. 


Escada interna. 


Vista da entrada da frente do convento.


Lugar lindo e calmo.  


A Capela vista do pátio do fundo. 


Entrada da Capela.


Oratórios do salão principal.


Ao fundo o Altar.


Oração de São Francisco.


De acordo com o meu dindo, essa mesa do altar foi feita pelo sogro do meu tio Dionísio Benini.


Detalhes do oratório.


Vista de costas para o altar.


No meio do convento tem essa geladeira colorida.


Uma mini biblioteca divertida.


Vista do estacionamento e pátio do fundo.


Capelinha com o túmulo do Cardeal Dom Aloísio, filho de Gerardh, primo irmão da Vó Ivone.


Descanso eteno de alguns sacerdotes. Um deles: O Frei Osmar Mallmamm, primo irmão da minha mãe.


Cemitério dos freis.


Vista da capelinha.


Igreja que tem ao lado do convento.


Interior da igreja.


Cidade de Imigrante.


Imigrante.


Imigrante.


Igreja na entrada da cidade de Imigrante.

Fotos de arquivo pessoal da autora do blog.

Visita realizada em 03/02/2018.

Boa pesquisa. 

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Lagoa da Harmonia em Teutônia - RS.


Vista de Teutônia, do alto do morro que vai para a Lagoa.


Chegada na Lagoa da Harmonia.
A parada de ônibus tem o símbolo da cidade de Teutônia desenhado, que é o sapato de pau.



A entrada no parque da Lagoa da Harmonia custa R$ 7,50 por pessoa.


A Lagoa tem cabanas para hospedagem.


O restaurante da Lagoa. Para almoçar custa R$ 30,00 por pessoa o buffet livre.


Lagoa da Harmonia.


Vista do restaurante da Lagoa.


Interior do restaurante.


Em cima do restaurante também tem apartamentos para hospedagem.


Lagoa da Harmonia.


Pode se fazer passeios a pé ao redor da Lagoa ou a cavalo.


Passeio de Pedalinho na Lagoa.
R$ 20,00.


Lagoa da Harmonia.


Muitas famílias das localidades próximas, passam o dia na Lagoa e fazem churrasco, lanches e piqueniques.


Saída de água da Lagoa.


Lagoa da Harmonia.


Descida do morro da Lagoa.


Lindas e naturais paisagens da descida.


Igreja do caminho da Lagoa da Harmonia.


Cemitério na beira da estrada.


Uma casa muito antiga na estrada da Lagoa.

Imagens de arquivo pessoal da autora do blog.

Passeio feito em 02/02/2018.

Boa pesquisa.